Entenda de vez: É Idolatria Rezar para Santos e Venerar Maria? | Debate Tenso: Padre José Eduardo vs Pastor Tassos

Entenda de vez: É Idolatria Rezar para Santos e Venerar Maria? | Debate Tenso: Padre José Eduardo vs Pastor TassosEntenda de vez: É Idolatria Rezar para Santos e Venerar Maria? | Debate Tenso: Padre José Eduardo vs Pastor Tassos
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Entenda de vez: É Idolatria Rezar para Santos e Venerar Maria? | Debate Tenso: Padre José Eduardo vs Pastor Tassos

Na prática isso não acontece. A gente tá falando aqui de um mundo que não é o real.

  • • O senhor cria na doutrina da união hipostática.
  • • Para o evangélico a adoração significa isso.
  • • A própria Maria reconhece que precisa de um Salvador, não é?
  • • Era uma cidade que não era importante economicamente de nenhuma natureza.
  • • Veja bem, a gente precisa entender exatamente o que que a igreja tá querendo dizer quando diz...

No mundo real as pessoas são devotos de santos específicos e pedem para esses santos. As pessoas pedem especificamente para eles fazerem. É isso que acontece na prática.

Então, me parece que num bate-papo assim, seria bom identificar que isso é um desvio do que deve ser feito. Se só Mas, padre, se o senhor disse que só Deus pode atender, como é que a gente pode dizer que é correto pedir para o santo fazer? Pode ser pergunta.

3 minutos para pergunta. A mariologia é para a igreja cristã, né, evangélica, ela é uma pessoa muito importante, Maria, pessoa que teve um ministério impressionante, aquela tenra idade, aceitar que o milagre acontecesse no ventre dela é algo que é bastante admirado.

É um exemplo de obediência ao chamado de Deus. Isso é pregado na Igreja Evangélica, um exemplo de obediência ao chamado de Deus. Ela é respeitada como a mãe de Jesus, respeitada, mas nós não a tratamos como uma questão de mediadora, nem a tratamos como alguém que mãe de Deus.

Nós vamos falar sobre a questão de mãe de Deus. Porque o nascimento de Jesus, eu falarei mais depois sobre a questão do mãe de Deus, é diferente de todos os demais nascimentos.

Então, portanto, a maternidade de Jesus é diferente de todas as demais maternidades, mas ela não é objeto de culto, não deve ser objeto de adoração como ninguém senão Deus deve ser. Eu sei que há uma distinção feita no na igreja romana entre latria, hiperdolia. Idolia, não é isso?

Que a hiperdolia é dirigida a Maria e a dolia é dirigida aos santos e a latria só Deus. Eu entendo que é uma agressão muito grande a Deus defender que nós devêsemos adorar alguém senão ele. Inclusive é um claramente um mandamento Uhum. que está nas escrituras.

Mas o que eu gostaria de saber do padre é que o catolicismo popular me parece que há um comportamento divergente com que ensinam intelectuais da Igreja Católica. Nós vemos pessoas se dobrando as estátuas e podemos entrar aqui até na questão dos santos, se assim quiser.

Vemos pessoas colocando rosas aos pés das estátuas. Vemos pessoas pedindo coisas que seriam executados pelos santos e por Maria. Então, não há uma disparidade e uma divergência muito grande entre o que se prega teoricamente na Igreja Romana e o que se exerce na prática.

E me parece que esse é um fato. E sendo um fato, por que que a igreja não ensina o contrário? Por que a igreja diz que olhe, você não deve se dobrar a uma estátua, você não deve se curvar a uma estátua, você não deve pedir algo para que os mortos atendam.

Então, não há uma divergência entre o teórico e o prático. Não, não, não há. Eh, mas assim, vamos, acho que a gente tem que proceder por ordem. O senhor acredita que Maria é mãe de Deus?

Quer que eu responda? Na humanidade de Jesus, Jesus ele não tem pai. Quer dizer, ele tem pai, que é Deus.

E na divindade de Jesus não tem pai humano. Na humanidade de Jesus, Jesus não tem pai humano. Em sua divindade, ele não tem mãe. A humanidade de Jesus se dá no ventre de Maria.

Agora, há nascimentos miraculosos nas escrituras, mas em todos os demais nascimentos miraculosos, há participação do homem e da mulher. No caso de Maria, não. No caso de Jesus, não é?

No caso de Jesus não. Então Maria é mãe de Jesus.

Agora não é que Deus passe a existir em Maria. João no capítulo primeiro, no verso primeiro, combinado com João no capítulo primeiro, no verso 14, deixa claro que o milagre da encarnação é quando o logos vem e encarna no ventre de Maria.

E aí vai uma mensagem que eu acho relevantíssima, porque isso é feito em Nazaré. Nazaré é uma cidade que não é citada no Antigo Testamento, nem na literatura intertestamentária. Era uma cidade que não era importante economicamente de nenhuma natureza.

A gente tem que se concentrar. Então, em, em resumo, definição, em resumo, Maria não dá origem a Deus. Mas isso é evidente. Mas ela é mãe de Deus ou não?

Depende do que o senhor quer dizer, porque se você disser que é mãe de Deus, me parece que tá perguntando se Deus vem de Maria. Deus não vem de Maria. É o logos que existe desde sempre.

Veja bem, a gente precisa entender exatamente o que que a igreja tá querendo dizer quando diz que Maria é mãe de Deus. O senhor cria na doutrina da união hipostática. Como todos você aceita o concílio de Calcedônia, o Concílio de Éfeso. Traduz pra gente, padre.

Ou seja, há em Cristo uma só hipóstases. Hipóstase significa pessoa, tá? Essa pessoa é divina, eles são três. Não, não é a segunda pessoa da trindade.

Mas em Cristo há uma só hipóstase. Essa hipóstase é divina.

E ele tem duas naturezas. Jesus é 100% homem e 100% Deus.

Essa afirmação ela é é é complicada, mas essa afirmação ela é, eu vejo as pessoas falando isso. Ontem mesmo eu vi um vídeo de um evangélico dizendo para nós, Jesus Cristo é plenamente homem e plenamente Deus.

Mas tem que tomar um pouco de cuidado porque ela ela é uma uma cristologia me baixa essa daqui. A doutrina das escrituras e da igreja. A cristologia de quê? Cristologia de baixo.

Quer dizer, você você pega as categorias cristológicas, as interpreta de baixo para cima, né? diz que o seguinte, Jesus é uma pessoa divina que tem uma natureza humana. Isso é fundamental, porque se ele não tem, se ele não é uma pessoa divina, ele não pode salvar.

E se ele não tem uma natureza humana, ele também não pode salvar. É, eu eu diria assim, é, se ele não tem a natureza humana, ele não poderia ter pago o preço isso, pelos nossos pecados. E se ele não é divino, ele não pode salvar. Só que, só que veja só, só para o tempo um pouquinho aí.

Deixa eu ver se entendi. Se ele não é divino, ele não tem o poder para para salvar.

Se ele não fosse homem, ele estaria roubando no jogo, porque ele ele não passaria o sofrimento que que o humano passaria. Ele não teria como pagar o preço que cabia à humanidade. Seria uma coisa muito fácil.

Não, porque não. O homem que paga o preço para satisfazer a justiça.

Então, veja bem, há uma hipóstase só. Ele é Deus, é a segunda pessoa da trindade. Ele tem uma natureza humana. Quando nós dizemos que Maria é mãe da hipóstase, ou seja, ela é mãe de Deus, nós não estamos querendo dizer que ela é mãe de Deus enquanto Deus eterno.

Nós estamos querendo dizer o quê? Que há uma hipóstase divina em Cristo. É, se quer dizer que foi no vento de Maria que Jesus encarnou, eu concordo. Quando a gente diz, não, não, não, não.

Eh, a gente tá dizendo mais do que isso. A gente tá querendo dizer que a a a natureza humana de Cristo tem um sujeito, tem um eu divino.

Então, Maria não é mãe só da natureza humana, ela é geradora de Cristo segundo a natureza humana. Mas aquela natureza humana tem um sujeito que é divino e quem é mãe é mãe do sujeito. Mas não veio aparecer ali no ventre. Já existia antes do tempo, enquanto Deus.

Só que isso é importante. Porque senão a gente não entende a encarnação.

O que que é importante? Se isso é importante porque senão a gente a gente não entende o que é encarnação.

Então parece que Jesus existia como homem e ele ele simplesmente eh foi uma espécie de barriga de Maria foi uma espécie de barriga de aluguel, né? Então ele foi colocado ali como homem, como uma matéria, digamos assim, pré-criada, uma matéria, os gnósticos acreditavam nisso, né?

Uma matéria, uma matéria prévia. E aí ele foi colocado com matéria dentro do ventre de Maria. Não é isso que eu penso?

Claro que não é. Mas é por isso que eu digo que é, mas os protestantes creem que Maria é mãe de Deus, só não confessam. Depende do que quer dizer por mãe de Deus.

Não, até aí, padre, eu só tô entendendo que Jesus encarnou no vento de Maria. Jesus encarnou no vente de Maria. E isso daí é tabernaculou em grego, tabernaculou no ventre de nariz.

Tomou carne, fez-se carne. Tomou carne, se fez carne.

Então, então ela é mãe de Deus. Se for isso aí, é isso que quer dizer? Se for isso aí, ninguém é contra.

Ninguém contra não. Mas quem quem é contra? Se for isso aí, não pode ser nada não. Então, quem é contra?

Todo mundo diz: "Maria é mãe de Jesus". A senhor tá chamando Jesus de Deus.

Então isso aí agora Deus não veio a existir no vento de Maria, mas a igreja nunca afirmou isso. E eu não tô dizendo que afirmou não. Eu não tô dizendo que eu tô dizendo não. Minha pergunta foi que a prática, eu não perguntei isso não, padre.

Então mas é que a prática de a sua pergunta o seguinte, a prática não, porque Jesus encarnou no vent Maria. Não, eu acho que a pessoa não deve se dobrar a estátua, colocar colocar flor.

A minha prática foi essa. Maria para nós tá na mais alta.

Eu não vou entender esta prática se eu não entender essa doutrina. Então, a doutrina da de que ela é mãe de Deus. Hã, porque se eu não entender isso, eu não eu não vou entender o resto.

É porque aí é bom esse nosso diálogo. É porque às vezes às vezes as pessoas dizem, os católicos dizem, ela é mãe de Deus, como se Deus fosse gerado ali. Então, enquanto homem, todo mundo entende isso.

É, então tem que deixar bastante claro que Deus, que Jesus é Deus, sabemos que é que Jesus encarnou no ventre de Maria, nós sabemos que sim.

se quer chamar isso mãe de Deus, se é isso especificamente, claramente, sem dúvida, sem interpretação profunda, se é isso aqui, ipsilíteres, é isso mesmo, certo? Então, o que acontece?

A partir do momento em que ela é mãe de Deus, do Deus encarnado, dizendo assim, eh, há entre ela e Cristo uma relação única. O Senhor mesmo disse que a maternidade de Jesus é diferente de todas as maternidades, participação de um homem, de um homem.

Todos os demais teve, mas a maternidade divina de Maria em relação a Cristo é única. É do ponto de vista de que só uma criatura pode ser dita mãe de Deus com propriedade. Ou seja, Deus, Cristo, Cristo tem um pai natural que é Deus Pai e uma mãe natural que é Maria Santíssima.

Sobrenatural, vamos dizer assim. Um pai, um pai sobrenatural, né?

natural, porque ele procede do Pai e eternamente. Ele é gerado pelo Pai eternamente. Deixa eu dizer, se a definição de ser mãe de Deus for que Jesus encarnou no ventre de Maria, isso está em João 1:14.

Nós nos nós estamos com a Bíblia. Mas o que eu acho é que a explicação na mariologia dos intelectuais católicos está muito distante da prática.

Essa é a minha pergunta. A explicação, a prática é a pessoa se dobrar a estátua. Maria, salve, salve o meu casamento.

Maria ser devoto de Maria. Eu não entendo que muito devoto de Maria. Eu não entendo que haja uma correspondência entre a prática, e eu sei porque que o senhor não entende, a prática popular do que acontece, isso não é prática popular e o que acontece na intelectualidade da igreja romana.

Porque na igreja Não, não é meu, não, não, não. Agora já acabou o tempo. Era a réplica dele.

Não, começou agora o os três. Não, nem nem colocamos. Ah, você já colocou? Ah, desculpa, achei que você não tinha colocado.

Então, pode serudo pode ser. Não, achei que não tinha colocado o cronômetro.

Sou eu que posso falar. Então, o que eu tô dizendo é isso, essa explicação do padre sobre Maria ser mãe de Deus, entendendo que foi no ventre de Maria que o Logos encarnou, nós está na Bíblia.

Estão de acordo. É, mas é isso, é bíblico.

Isabel, a mãe do meu Senhor me veio visitar, a mãe do meu Adonai. Inclusive João Batista foi começou o ministério dele no ventre, né? É porque começou o ministério dele no ventre que ele teve a saudação, né? Foi a a questão.

Então deixa eu só terminar. Então isso é uma coisa. Agora o problema é que há um flerte com a latria, a adoração.

Isso não é verdade. Na prática é o que se vê. Inclusive isso não é doutrina protestante.

Na Não é doutrina o quê? Os protestantes, os protestantes mesmo, eles acreditam que nós católicos e a Igreja Protestante cremos num só Deus, ou seja, a Santíssima Trindade.

Eu seu tempo, né? Eu não parei o seu tempo. Pode falar, diga.

É, ou seja, os protestantes creem, os reformadores dizem isso expressamente, que os católicos têm o mesmo Deus, pai, o filho e o espírito santo. É um só Deus em três pessoas. O católico crer nisso. Isso é um dos pontos claros que nós Então, se nós temos o mesmo Deus, nós não podemos ser idólatras.

Se estiver errado, pode. Se tiver certo não pode. Mas é claro, claro. Alguém diz que Maria é Deus se comporta como se fosse em algumas situações.

Você nunca vai encontrar um católico que vai dizer que Maria é Deus, mas que vai se comportar como se fosse já encontrei vários. Isso que quando você diz assim, aí o que eu tô lhe perguntando aí, o que eu tô lhe perguntando é exatamente isso. Existe discrepância.

Não é minha vez de fazer a pergunta, é a pergunta que eu vou fazer. A réplica agora a réplica então é em cima do comentário do Então a réplica padre, deixa eu terminar minha réplica aqui eu termina aí depois vem perguntas do do chat.

Olhe, o que eu estou dizendo aqui é que o intelectual católico faz a distinção entre latria e perdulia, mas trata santos e Maria sem atender a esta orientação intelectual. Podemos ir para outro tema ou quer vamos amarrar. Acho que precisa amarrar isso. Quer amarrar isso?

Isso então sent os dois os dois podem comentar e depois a gente vai pra pergunta do lado até comenta, depois eu comento, a gente vai pro próximo. Bom, a gente tem que a gente tem que amarrar as coisas.

Então veja, quando a gente diz que Maria é mãe de Deus, a gente está dizendo que ela tem relações exclusivas do ponto de vista só ela é mãe do Deus encarnado. E, portanto, esse vínculo entre ela e Cristo a coloca numa posição que é exclusiva na obra da redenção. O que eu tô querendo dizer?

Tô querendo dizer o seguinte, Jesus Cristo, como diz a teologia clássica, é o cabeça dos predestinados, no sentido de que ele é o Deus encarnado. Ele ele não é só salvo, ele é a salvação. Deus permitiu que o homem caísse, tendo em vista a obra de redenção.

Então nós temos que dizer a forciore que Deus só permitiu que o mundo caísse pelo pecado prevendo para isso o remédio. Qual que é o remédio? A divina encarnação. Como que ele se encarnou nela?

Ou seja, a obra da Divina Encarnação a coloca numa posição única. Ela não é apenas uma mulher santa.

Isso aí eu tô duvidando disso não, padre. Então é daqui que a veneração começo. Posso explicar uma essa exacerbação de hiperdolia chegando à latria aqui, Vilela, eu vou introduzir um conceito, me desculpa um pouquinho, mas acho que é importante.

Um conceito novo no debate, não apenas aqui, um conceito ele tá falando, depois eu falo, não é isso? Fal livre agora um conceito novo no debate brasileiro, tá?

Que eu quero dizer o seguinte, por que que esse tema é tão complicado para os evangélicos? Não, nós estamos aqui como dois intelectuais, não tenho nenhuma dificuldade extra. Eu tô concordando com quase tudo que o senhor tá dizendo aí.

E eu eu acho que o senhor não tá entendendo que a gente tá conversando, porque tudo que o senhor disse aí eu concordei. O que foi que eu disordei? Então, por que que é complicado para que evangélio?

Porque a gente tá tudo concordando. O senhor disse o seguinte, a parte de ajoelhar para uma imagem. Então, por que então é para se ajoelhar.

Diga assim, ó, pessoal. É para se ajoelhar na imagem.

É, é isso ou não? Eu vou dizer o por que isso é complicado na mente evangelho, mas você não sabe se é para ou não por por por é para ajoelhar ou não é para ajoelhar. Ajoelhar, não tem problema nenhum.

Então pronto, isso aí aí não se tem a ver com a intenção, é isso? Não é que o conceito de adoração pros evangélicos, ele é exclusivamente eh louvor, eh prostrar-se.

Para o catolicismo, adoração, o ato supremo de adoração é um sacrifício. É como no Velho Testamento, ou seja, você só sacrifica para o Deus verdadeiro.

É por isso que é tão importante no catolicismo o que nós chamamos do santo sacrifício da missa, porque esse é o ato supremo de adoração, que é adoração no sentido máximo. É a adoração de Deus filho encarnado a Deus pai.

Mas isso aí e é a adoração de Deus para Deus na qual nós somos associados pelo sacrifício da minha. Não tô falando disso não, padre. Tá falando da questão de se dobrar. Mas é importante por se dobrar devoto de São João, devoto de São José.

Para o evangélico a adoração significa isso. É você se dobrar, é você louvar, você estender os braços, você pro católico não. Adoração em primeiro lugar é sacrificar, é outra coisa. E qual é o sacrifício que tá vendo?

O sacrifício da missa. Não, eu tô falando disso não.

O senhor tá falando de que assunto? Eu tô falando desse assunto. Não, eu tô falando da pessoa.

Eu repito desde o começo. Tô falando que se é assim, por que que uma pessoa vai colocar flores no pé da estátua de um santo, porque que vai se dobrar. Isso é catolicismo, isso é romanismo. Isso é catolicismo, mas isso não é adoração.

É o que isso aí? Isso é do Lia, é veneração. A adoração para nós é o ato supremo do sacrifício. É o ato número um do sacrifício.

Então, da oração é só a missa. Então, as outras coisas, missa e o que diz o que diz respeito ao culto eucarístico que entra na mesma na mesma na mesma eh dimensão. Existe algumas situações, né, Romanos 3:23, que diz: "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus".

Então, inclusive, até mesmo Maria precisa de um salvador. Isso está em Lucas 1 46, que Maria diz, né? A minha alma engrandece ao Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador. Interessante isso.

A própria Maria reconhece que precisa de um Salvador, não é? Então isso é isso a coloca. Agora mais uma vez, nós não temos nada contra Maria.

Veja bem, tem um problema. A relação do conceito que senhor explicar. É que é que veja bem, é verdade que Maria foi salva por Cristo.

O problema é um modo de salvar. Existem dois modos de salvar alguém. Você pode salvar alguém depois da queda ou você pode preservar alguém da queda.

Então, quando São Paulo diz, eh, todos os pecares estão privados da glória de Deus. Romanos 3:26 23, ele não está fazendo uma afirmação mariológica.

Ele não tá preocupado com isso. Então, mas todos incluiria Cristo também. Então, o que Paulo está dizendo aqui é que todos realmente precisam de um salvador. No caso de Maria, ela foi salva pela obra de Cristo?

Claro que foi por antecipação e por prevenção em vistas da obra da encarnação, ou seja, somente ela. E aí o eu já vi evangélico, por exemplo, falando assim: "Ah, mas se for nesse, então você tem que regredir até". Não, não, não precisa regredir.

Porque ela é a doadora da humanidade santíssima de Cristo. A a carne que nos salva, o sangue que nos salva provém dela, só dela. Aí uma distinção que há muito grande.

A humanidade de Cristo não é préfabricada, não. Porque o que se diz é o seguinte, se diz que Maria não, essa é a questão que foi tocada aí da doutrina de dela ser imaculada, né? É, essa é outra coisa que diz que tem nada a ver nem com salvação assim, mas pelo fato de não ter pecados.

Porque diz, se alguém nascer sem pecados, segundo alguns católicos dizem, para alguém nascer sem pecado, tem que nascer de uma pessoa sem pecados. Aí Maria, aí Maria, alguns católicos, eu já demonstrei isso dizendo o seguinte.

Aí alguns católicos, deixa eu, acho que eu só falar um é que eu já demonstrei isso aqui aí alguns católicos dizem que é como assim que o senhor tá citando evangélico que o senhor conhece, eu tô citando católico que eu conheço também.

É, aí a gente vai ficar porque senou vários evangelhos que disseram não sei o que que não é nada a ver com a Bíblia, né? Então também tem, porque se Jesus é sem pecados, ele tem que nascer de alguém sem pecados. Aí o que alguns dizem?

Então Maria é sem pecados para Jesus nascer sem pecados. Então Maria para ser sem pecado tem que nascer também de alguém sem pecados. Então a avó é sem pecado, tem que nascer de uma bisavó sem pecados.

Não isso aí eles não defendem. Mas tem católicos que dizem isso.

Isso na verdade aparece muito mais na boca dos evangélicos do que do dos católicos. O que acontece é o seguinte, não é o problema não é nascer de alguém sem pecado.

Jesus não apenas nasceu de Maria. A humanidade santíssima dele foi feito dela.

Ou seja, você é salvo pelo sangue de Cristo. Mas a gente é salvo porque Jesus com seu corpo morreu na cruz. A a sua humanidade.

Então a única pessoa que veja bem, a humanidade de Cristo, ela não foi pré-fabricada. Ele não encarnou nela sem, aliás, não dá nem para falar que encarnou, né?

Se eu disser que a humanidade dele existia antes, uma pré-existência da humanidade e aí eh foi colocado dentro dela já como homem, eh não tem encarnação. Então a encarnação pressupõe que ele tomou a humanidade dela, ele nasceu dela mesmo.

Ora, como que a humanidade dele, a humanidade dele, oriunda dela poderia nos salvar se a humanidade dela está em pecado? Ela é a matéria prima pela qual o Cristo foi feito. Veja, quando Deus fez Adão, ele fez Adão com pó do paraíso.

Quando Deus fez a humanidade de Cristo, ele não podia fazer a humanidade de Cristo de um de uma terra que não fosse virgem pura, que não fosse paraíso também. fez os animais também do pó, padre.

A obra, a obra da redenção não é inferior à obra da salvação. Mas a questão aí, ó, os animais, ao contrário, da salvação não é inferior a crição. Os animais foram feitos do pó também, né?

Não foi só Adão que foi feito do pó. Segundo dois, o capítulo dois, os animais também foram feitos do do pó. É, mas uma coisa não não é não. Diga assim, ser feito do pó não é uma um elemento assim que diferencia Adão.

O que diferencia a humanidade ter sido feito a imagem? Então, ó, qual é a questão agora 19? Não, mas essa questão ainda tem alguma coisa para ser debatida ou vamos pro pro pergunta uma dúvida?

Eu acho que ficou o a resposta foi que se prostrar diante da estátua, colocar chorar, fazer pedidos paraa estátua ou fazer pedidos para Maria ou para os santos. Tudo isso do entendimento do da igreja romana não é adoração, não. Então tem outro nome, veneração.

Veneração, pois nos parece claramente uma adoração, inclusive semelhante ao que são feitas em outras manifestações religiosas. Nos parece, mas a saída intelectual para isso é dizer que não é. Pois é, mas às vezes é também, né? Onde a fumaça fogo, quem realiza os milagres?

Pessoal tá perguntando aqui no chat, é Maria? São santos ou é Deus?

É Deus, claro, óbvio. Então, pedir para um santo realizar um milagre é correto?

Mas em que sentido? Do mesmo jeito que eu chego assim, não. Do mesmo jeito que eu digo assim: "Vila, reza para mim porque eu tô com problema, tal, tal, tal". Você pede oração pra sua mãe.

Eu peço oração pro pastor. Pastor, ora por mim. Ela vai pedir para para Deus. Mas não é assim que se pede.

Não é assim que as pessoas pedem na prática. Pedem para que aquele santo específico faça.

Aliás, o santo que não pode assim nem ouvir. Mas se ele fizer, ele faz por por qual? Pelo poder dele?

Ele não pode fazer, né? Então, então devemos pedir para Deus, né? Ora uns pelos outros. Orais uns pelos outros para Deus fazer, não para o sant fazer.

Pessoas não pedem oração pro Senhor para orar para Deus. Pede para orar para Deus. Mas não é o que se pede para o santo. Se pede pro santo para ele fazer.

Não, não, não, não, não, não. Toda oração fazer promessa correta também. Promessa é um voto.

Então é, não é pedindo pro santo. Você pode fazer um voto.

Você tá fazendo um propósito. Vamos pra prática mesmo.

Vamos pra prática mesmo, né? Eu entendo que sua concepção intelectual é de que só Deus pode fazer, não é isso? Mas isso não exclui o instrumento.

O instrumento é para pedir para Deus. É assim, eu posso pedir, Vilela, ore por mim. Padre, ore por mim.

Não sou contra isso, não. Mas ore para Deus. Só ele é capaz de fazer. Mas o que acontece na prática, e a pergunta que tá aí no chat é essa, que na prática isso não acontece.

A gente tá falando aqui de um mundo que não é o real. No mundo real, as pessoas são devotos de santos específicos e pedem para esses santos.

As pessoas pedem especificamente para eles fazerem. É isso que acontece na prática.

Então, me parece que num bate-papo assim, seria bom identificar que isso é um desvio do que deve ser feito. Se só Mas padre, se o senhor disse que só Deus pode atender, como é que a gente pode dizer que é correto pedir para o santo fazer?

A a a diferença que existe entre ação e instrumento. Um instrumento é algo que não faz sozinho e ninguém pede coisa para instrumento. Faca, corte a o bolo para mim.

Ah, mas existem instrumentos humanos. Eu posso dizer, eu posso dizer assim: "Vila, escreve uma carta para mim que eu tô ditando." Mas não é assim que, mas não é assim que pede. Instrumentos humanos. Instrumentos humanos existem.

Então, por exemplo, quando eh pedem lá pro profeta Elias, vai lá curar o filho da da viúva, ele vai lá e cura. É ele que tá curando, não é Deus. O texto entende, é é um instrumento, é uma causa instrumental. Eu eu a causa instrumental não exclui a a causa principal.

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